Lauro de Freitas: A cidade da bagunça! Por Gustavo Ferraz

O verão chegou, e com ele os velhos problemas de sempre, muito lixo na praia, uma bagunça generalizada na comercialização de gêneros alimentícios sem contar na ocupação irregular por toda a orla marítima.

Sabemos da discussão até pouco tempo atrás na justiça federal sobre esse modelo que ai está, mas isso não pode servir de desculpa para o poder púbico não fiscalizar, ou melhor, fazer vistas grossas para uma crescente ocupação desordenada da nossa praia.

Com uma serie de barracos na areia da praia que com ao cair do sol se multiplicam por toda a extensão da orla da cidade, formando uma espécie de deposito ao ar livre, onde são guardados cadeiras mesas e outros itens, tem até pessoas dormindo por lá.

Será que é tão difícil regularizar essa situação? Será que os direitos do cidadão de Lauro de Freitas não são respeitados, pois existem outros interesses por traz disso? Ficam no ar estas duas perguntas para quem nos ouve, peço a vocês passem a cobrar nas ruas da prefeita e secretários o cumprimento da lei.

É improvável que a prefeitura tenha uma espécie de cadastro destas pessoas, por exemplo; saber onde mora, o que comercializam em fim, o mínimo de controle se torna fundamental para que tenhamos uma convivência harmoniosa entre os vendedores formais, os informais e a população.

Vale destacar o caráter democrático da utilização destes espaços, porem cabe ao poder publico minimamente definir regras. Em Lauro de Freitas o governo municipal tenta confundir a opinião publica ao tratar a crise econômica que de fato existe, como justificativa para a bagunça generalizada que tomou conta de toda cidade.

Chamo a atenção de vocês para a necessidade de priorizarmos os empreendedores geradores de empregos formais, em 2019 Lauro de Freitas ficou em segundo lugar no Brasil como o município que mais desempregou lamentavelmente não existe projetos para o setor. Os problemas passam desde a insegurança jurídica para investir na cidade  a falta de compromisso com o povo trabalhador.

Por: Gustavo Ferraz

 

 

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