Repórter Metropole: No Dia da Baiana, soteropolitanos apontam o melhor acarajé de Salvador

 Repórter Metropole: No Dia da Baiana, soteropolitanos apontam o melhor acarajé de Salvador


Empreendedoras, agentes culturais e símbolo da culinária soteropolitana e afro-brasileira, as baianas de acarajé comemoram seu dia nesta segunda-feira (25). E a equipe do Repórter Metropole foi às ruas homenagear essas mulheres que mantêm viva em seus tabuleiros uma tradição centenária, e ouvir dos soteropolitanos a resposta da pergunta que não quer emudecer: qual o melhor acarajé da cidade?

Há quase 50 anos com seu tabuleiro entre o Politeama e a Avenida Sete de Setembro, a baiana Neinha garante que o sigilo do sucesso do seu acarajé é fazer com paixão. Cliente veterana, Elena do Vale conta que o que a encanta no acarajé de Neinha é tamanho macia e crocante por fora. E revela sua preferência: “porquê com tudo, menos pimenta”. Já Marli Borges conta que toda sexta-feira sai de longe para consumir o acarajé de Neinha e ainda cita o abará: “parece um creme”, diz.

A baiana Edna, com tabuleiro também na Avenida Sete de Setembro é apontada por Jaime Quintas porquê o melhor da Bahia. “Não tem Cira, não tem Dinha, não tem ninguém. É Edna, ela está cá há 40 anos”, conta. A baiana, no entanto, resiste em revelar o seu sigilo. Diz que o tempero é seu pulo do gato. 

Há ainda aqueles que apontam que as melhores baianas são aquelas com tabuleiro perto de vivenda. Tiago Santos, por exemplo, acredita que o melhor de Salvador é o da Mouraria. “O acarajé de lá faz fileira. Coisa boa. E é barato, R$ 3 e R$ 5 com camarão”, conta.

Confira o Repórter Metropole:



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