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Conheça histórias de recuperação e esperança no CTO de Teixeira de Freitas

No Núcleo de Tratamento Ortopédico (CTO) de Teixeira de Freitas, todo atendimento é voltado para fazer com que o teixeirense recupere o bem-estar e a qualidade de vida, mesmo que isso pareça ser uma missão impossível. Alceli Diniz levou a mãe para a fisioterapia na unidade, quando uma das profissionais a perguntou se ela já tinha paralisia facial: “de início eu não acreditei no tratamento, já fazem mais de 50 anos que eu tive esse problema. Fui atendida e hoje vejo o resultado: meu olho, que quase não abria recta, já abre; o formato do meu rosto é outro, tive uma melhora muito boa”, disse a paciente.
Com a realização de consultas ortopédicas, diagnósticos por radiologia e a fisioterapia pós-trauma e pós-cirúrgica, o CTO não exclusivamente corrige problemas físicos, mas restaura a independência e representa uma segunda chance de viver uma vida plena e ativa — o que também é proporcionado por especialidades porquê osteopatia, auriculoterapia, acupuntura e pilates, todas implementadas pela governo pública atual.
Há seis meses, Cleberson Cardoso sofreu um acidente doméstico que provocou dores no quadril. Posteriormente, uma sonância magnética constatou osteonecrose na cabeça do fêmur. Depois disso, veio o temor: de que a quesito se tornasse crônica. “Já na primeira sessão eu senti uma melhora muito grande, uma diferença fora do normal”, explicou Cleberson. “Cheguei com uma dor que estava extrema e sai sentindo zero dor. A recuperação vem a cada dia e estou muito entusiasmado”.
O fisioterapeuta osteopata Dr. Marcus Guerra acompanhou a jornada de Cleberson durante as sessões, e destacou a prestígio da especialidade: “há o siso geral de que na Osteopatia se limita à pilastra, mas atuamos no corpo de forma integral. Intervimos no quadril, joelho e tornozelo, e hoje sua qualidade de vida está muito melhor. O Cleberson agora consegue levantar, sentar e fazer mudanças posturais. Antes ele tinha temor até de trebelhar com a filha. Não tratamos exclusivamente a dor, mas também a esperança de um pai e de sua família”.










