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Homem que se passava por advogado e aplicou golpes em Itamaraju está foragido da Justiça

Itamaraju: A Polícia Social de Itamaraju concluiu a investigação contra um varão que se passava por jurisconsulto para impor uma série de golpes. A investigação apurou que ele causou um prejuízo superior a R$ 35,5 milénio a cinco vítimas e agora responde por estelionato e manobra proibido da profissão. O suspeito, que não teve seu sobrenome divulgado, está homiziado e tem prisão preventiva decretada.
A desfecho envolveu cinco inquéritos policiais que apuraram a atuação do tipo, identificado uma vez que Samuel Nunes Moreira. Durante meses, ele se apresentou falsamente uma vez que jurisconsulto – sem possuir registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – para oferecer serviços jurídicos que nunca foram prestados.
Método e Farsa
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O questionário revelou que Samuel usava a profissão de sua mãe, uma advogada legalmente inscrita na OAB, para lucrar credibilidade e desmandar da crédito das vítimas. O vínculo familiar era apresentado uma vez que uma garantia falsa de que seus atos tinham respaldo jurídico, tornando as pessoas mais vulneráveis aos golpes.
As vítimas relataram ter pago por supostos acompanhamentos de processos, orientações legais e mediações que nunca aconteceram. As provas colhidas incluem depoimentos, mensagens e comprovantes de pagamento.
Peroração e Prisão Decretada
Com base no material reunido, a Polícia Social demonstrou que Samuel agia de forma sistemática, caracterizando os crimes de estelionato e manobra proibido da advocacia. Os inquéritos foram encaminhados ao Poder Judiciário para as devidas responsabilizações.
A polícia representou pela prisão preventiva do suspeito, pedido que foi deferido pela Justiça com parecer favorável do Ministério Público. No entanto, Samuel encontra-se homiziado. A Delegacia Territorial de Itamaraju informou que segue empenhada em localizá-lo e capturá-lo.
Por: Lenio Cidreira/Liberdadenews
