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Governo pede incorporação da vacina contra chikungunya ao SUS
De ração única, a vacina é recombinante atenuada, ou seja, contém microrganismos vivos enfraquecidos para estimular o sistema imunológico sem fomentar a doença. O imunizante está autorizado a ser aplicado na população supra de 18 anos e é contraindicado somente para mulheres grávidas, pessoas imunodeficientes ou imunossuprimidas.
Mais de 68 milénio casos
A chikungunya é transmitida pela picada de mosquitos Aedes aegypti infectados – os mesmos que transmitem dengue e zika. O vírus foi identificado no Brasil em 2014 e, atualmente, todos os Estados possuem casos confirmados. Até 14 de abril deste ano, o País somou 68,1 milénio registros doença, com 56 óbitos.
Os principais sintomas são febre de início repentino (supra de 38,5 °C) e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e punhos. A doença também pode fomentar dor de cabeça, dor muscular e manchas vermelhas na pele, além de exacerbar enfermidades preexistentes.
“Chikungunya é uma doença que vem crescendo no Brasil ao longo dos anos. O trajo de se ter uma vacina que é segura e eficiente traz fôlego para a sociedade. A partir do registro pela Anvisa, o Ministério da Saúde começa os passos para a incorporação da vacina no SUS”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Envolvente do ministério, Mariângela Simão.
