por que aves em contato com humanos ligam alerta

 por que aves em contato com humanos ligam alerta

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O encalhe de aves marinhas no litoral brasílio é motivo de preocupação para autoridades de saúde pública. O contato de pessoas com animais doentes pode trazer a gripe aviária para humanos no Brasil — os primeiros casos em aves foram registrados no Espírito Santo na semana passada.

Entenda o risco

A gripe aviária é uma zoonose, ou seja, é transmitida de bicho para pessoa. Não há transmissão de pessoa para pessoa, porquê ocorre na gripe generalidade.

É generalidade que humanos tenham contato com aves que encalham, animais com debilidade e dificuldade para voar. No Brasil não há dados oficiais, mas sabe-se que dezenas de milhares de aves encalham por ano.

Esses animais são resgatados e até levados para lar por pessoas desinformadas.

Isso se tornou principalmente perigoso, pois o mundo vivencia a maior pandemia de Influenza Aviária de Subida Patogenicidade, a IAAP, segundo serviços sanitários e especialistas.

Ao divisar aves doentes e/ou encalhadas, é necessário acionar o serviço veterinário sítio ou realizar a notificação por meio do sistema e-Sisbravet, informa o Planta (Ministro da Lavra e Pecuária).

Não se deve tocar e nem recolher aves doentes. A doença não é transmitida pelo consumo de músculos de aves e nem de ovos.”
Enviado do Planta

Casos de gripe aviária

O Planta confirmou até o momento cinco casos de IAAP de subtipo H5N1 em aves silvestres. Os animais foram encontrados no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Não há casos confirmados em humanos no Brasil. As pessoas que tiveram contato com as aves testaram negativo para o vírus.

A contaminação em humanos já ocorreu em outros países do mundo. É motivo de preocupação no planeta desde pelo menos o início do ano.

O Planta publicou na noite de ontem a Portaria 587, que declara estado de emergência zoossanitária em todo território nacional, por 180 dias, posteriormente os casos de infecção em aves silvestres pelo vírus da IAAP.

O Planta já declarou estado de alerta no país, para aumentar a mobilização do setor privado e do serviço veterinário solene.

A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves silvestres e domésticas. A maioria dos casos está relacionada ao contato de aves silvestres migratórias com aves de subsistência, de produção ou aves silvestres locais.”
Enviado do Planta

f - Peter Garrard Beck/Getty Images - Peter Garrard Beck/Getty Images
Imagem: Peter Garrard Beck/Getty Images

Risco de contato com as aves

O manuseio de aves encalhadas no litoral é alguma coisa estável e ocorre por desinformação, segundo o biólogo e presidente do Instituto Biota de Conservação, Bruno Stefanis. A entidade monitora e resgata animais em Alagoas.

Ele cita que em unicamente três dias foram 10 aves encalhadas em Maceió, com casos de pessoas levando os animais para lar. Por isso, uma reunião foi realizada ontem com órgãos porquê Ibama e ICMBio para discutir o problema.

Dezenas de animais estão encalhando [só em AL], e isso é de extremo risco porque esses animais silvestres oferecem, se infectados, risco à saúde humana. A pessoa não deve ter nenhum tipo de contato com qualquer bicho encalhado, vivo ou morto.”
Bruno Stefanis, biólogo

Alerta mundial para a gripe aviária

A preocupação com a gripe aviária existe há anos por conta da subida mortandade da doença entre os animais, segundo a professora e pesquisadora em Doenças Tropicais da UFPE (Universidade Federalista de Pernambuco), Vera Magalhães.

A pesquisadora explica que o principal vírus que circula hoje entre as aves é o H5N1, uma evolução do H1N1, que em 2009 levou o mundo a viver uma pandemia. O H1N1 ficou sabido porquê gripe A.

Até agora não há casos registrados no Brasil em aves comerciais ou domésticas, o que seria alguma coisa mais problemático, segundo alerta da OMSA (Organização Mundial da Saúde Bicho).

O mais importante agora é o monitoramento, se antecipar para perceber casos em aves comerciais, principalmente, onde há uma grande manipulação de pessoas a animais.”
Vera Magalhães



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