Cinco cidades baianas anunciam estado de calamidade financeira
Comerciantes da Praça Ana Lúcia Magalhães denunciam frequentes invasões para furtos de cabos e cobram investigação
Comerciantes da região da Terreiro Ana Lúcia Magalhães e da Avenida Paulo VI estão assustados com o que acreditam ser a ação de um grupo especializado no pilhagem de fios e tubulações para retirada do cobre. Um dos restaurantes da região chegou a registrar três invasões em uma única semana, no mês de novembro.
Por conta da forma porquê agem os criminosos, a suspeita dos comerciantes é que o grupo seja especializado nesse tipo de pilhagem. Eles agem sempre de madrugada, em pontos comerciais, porquê restaurantes e lojas, quando eles estão fechados. A forma precisa com que os fios foram cortados e até o zelo de desligar o quadro de vigor também levam os proprietários a essa suspeita.
Ao Metro1, a proprietária de um restaurante na região preferiu não se identificar, mas contou que precisou substanciar a segurança, com grades, alarmes e mais câmeras, para tentar minimizar os riscos.
“O que a gente vê é que houve reincidência e ousadia. Eles entraram pelo nosso galeria de serviço, arrombaram uma porta de madeira maciça e pegaram a fiação e a tubulação de gás. Quando fomos em uma loja de construção, comprar material para restaurar o que foi destruído, soubemos na loja que eles tinham pretérito por um pouco semelhante e outros três ou quatro estabelecimentos também”, conta a sócia de um empreendimento mercantil da região.
De convénio com ela, além do prejuízo financeiro, o estabelecimento ficou horas sem funcionar para reconstituir o sistema de gás e as ocorrências deixaram um sentimento de tensão e preocupação entre os funcionários. “É um clima de tensão coletiva, de ter que permanecer o tempo todo vigilante”, acrescentou.
No boletim de ocorrência que a reportagem teve chegada consta que, em exclusivamente uma das invasões, ao menos 60 metros de cabo foram furtados. A empresária ofídio investigação: “é uma quadrilha e tem quem recebe esse material furtado”.
Procurada pela reportagem, a Polícia Social respondeu exclusivamente sobre uma das ocorrências, registrada no dia 13 de novembro. Segundo a corporação, as investigações seguem em curso e imagens de câmeras de segurança podem facilitar na identificação dos autores, ocorrências similares devem entrar no bojo dessas investigações.