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Mercado estima inflação de 4,62% neste ano
O mercado financeiro tem recebido elevadas expectativas ligadas à inflação e ao câmbio. Em contrapartida, as previsões vinculadas ao Resultado Interno Bruto (PIB) e à taxa básica de juros (Selic) têm se mantido em um mesmo nível, conforme o Boletim Focus, publicado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Médio.
Nas últimas semanas, o boletim aponta uma tendência de aumento nas expectativas ao Índice Vernáculo de Preços ao Consumidor (IPCA), que é considerado a inflação solene do Brasil. Segundo o boletim, o IPCA está atingindo 4,62% para o fechamento de 2024. Uma semana detrás, a projeção indicava uma inflação de 4,59% para o final do ano, enquanto há quatro semanas, a estimativa era de 4,39%.
As previsões no boletim semanal apontam para uma inflação de 4,1% ao término do ano de 2025, superando as estimativas das últimas quatro semanas, que variaram entre 3,96% e 4,03%. No que se refere a 2026, o mercado antecipa que o IPCA alcançará 3,65%, marcando a segunda semana consecutiva de subida.
O final do ano de 2024 permanece supra do teto da meta inflacionária estabelecida pela poder monetária, que é de 3%, com uma filete de tolerância de 1,5 ponto percentual para ambos os lados. Assim, o menor limite é de 1,5% e o maior é de 4,5%. Em 2025, um sistema de meta contínua fixada em 3% entrará em vigor, também com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual tanto em subida quanto na baixa.
